quinta-feira, 16 de maio de 2013

Presidente do Conselho de Alimentação Escolar faz graves denúncias a administração Valeria Leal em Araioses (MA)



O professor Valdemar Neto, presidente do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), em Araioses (MA), disse em entrevista a Rádio Globo Parnaíba que a merenda escolar no município passa por momentos difíceis. Segundo ele, já o 1° lote da merenda dos estudantes veio totalmente adulterado. Denuncias feitas por pais, professores e alunos a respeito foram verificadas  e constatados pelo CAE que as embalagens não obedecem as normas nacionais da Merenda Escolar.


O professor Valdemar Neto, presidente do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), em Araioses
Exemplo da adulteração denunciado e mostrado por Neto para a reportagem, são embalagens do alimento Xugg’s, cujo a embalagem aparece com data de validade para seis meses, porém sem data de fabricação impresa na própria embalagem, outro registro do presidente do CAE é que existe adesivo marcando peso de 2Kg, só que abaixo do adesivo está escrito na própria embalagem o peso de 01 Kg, o que segundo ele, não estaria dentro das normas atribuidas para Merenda Escolar.



O professor Valdemar vendo que os alimentos podederiam comprometer a saúde do alunato, denunciou ao Ministério Público, resgistrou o caso na vigilância Sanitária e já estaria fechando seu parecer para levar o caso ao Ministério Público Federal, Ministério da Educação e para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.



“É complicado, logo na primeira entrega da Merenda Escolar da gestão da jovem Valéria Leal, recebida em Março de 2013, pois qualquer adulteração na embalagem torna o produto irregular. Além disso, várias denuncias de pais, comprovação de laudo médico que crianças foram acometidas com elevado grau de alergias, inclusive crianças internadas em hospitais em Parnaíba (PI)”, denuncia Neto, presidente do Conselho de Alimentação Escolar em Araioses, que também disse que por medo de retaliações, existem famílias que não denunciaram o ocorrido.


Data de vencimento marca 06 meses após data de fabricação, porém a data não está impressa na embalagem e sim colada em adesivo, que segundo o professor Valdemar Neto, seria contra as regras do MEC.
Diante da gravidade do assunto, os alunos da rede municipal de ensino podem sofrer com a suspenção temporária do benefício alimentar é o que adverte Neto.

Segundo o professor, na saúde pública da cidade também foi detectado crianças tomando medicamentos com data de validade vencida, no que foi denunciado ao Ministério Público, onde o município foi punido através da justiça para que os prejudicados fossem buscar atendimento fora de Araioses.

|Fonte: Portal do Delta
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