terça-feira, 19 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Bola parada se torna a principal arma do líder Palmeiras no Paulistão
Time de Felipão venceu seis de seus últimos sete jogos e, nessa sequência, marcou oito vezes de falta, pênalti ou escanteio
Por Alexandre Massi São Paulo
Lances de falta e escanteio se tornaram a principal arma do Palmeiras, líder do Campeonato Paulista. O time venceu seis de seus últimos sete jogos e, nessa sequência, marcou oito vezes de bola parada - duas vezes em faltas diretas para o gol, com Valdivia e Thiago Heleno, quatro em levantamentos para a área, quando o mesmo Thiago Heleno (2), Danilo e Douglas Silva, contra, fizeram e duas vezes de pênalti, com Kleber, em infrações sofridas pelo próprio atacante. Veja no vídeo ao lado os gols de bola parada do Verdão.
A partida contra o Santo André, na última quarta, pela Copa do Brasil, comprova a força do Palmeiras nesse tipo de lance. Kleber desperdiçou duas penalidades, mas o segundo gol saiu em cobrança de escanteio de Marcos Assunção, concluída pelo próprio Gladiador.
Até a 12ª rodada do Paulistão, o Palmeiras não mostrava força nas bolas paradas - o time havia feito só dois gols dessa forma até então. Coincidência ou não, penava para se estabelecer entre os líderes do torneio. Foi depois do confronto contra o Noroeste que o Verdão embalou.
Outra novidade é que o time tem se mostrado cada vez menos dependente de Marcos Assunção. Dos dez gols de bola parada, apenas três tiveram a participação do volante. Contra o Paulista, na quarta rodada, ele fez o seu único gol de falta na temporada. Já frente ao São Bernardo e ao Grêmio Prudente, o camisa 20 foi o responsável pelos cruzamentos que resultaram em gols.
Em 2011, Assunção está dividindo a função de cobrador oficial com três companheiros: Thiago Heleno, Valdivia e Lincoln. Talvez por isso seus números estejam sendo inferiores aos do ano passado, quando marcou sete vezes.
A partida contra o Santo André, na última quarta, pela Copa do Brasil, comprova a força do Palmeiras nesse tipo de lance. Kleber desperdiçou duas penalidades, mas o segundo gol saiu em cobrança de escanteio de Marcos Assunção, concluída pelo próprio Gladiador.
| Rodada | Adversário | Jogada | Autor do gol |
|---|---|---|---|
| 12 | Noroeste | Falta | Valdivia |
| 13 | São Bernardo | Falta cobrada por Assunção | Danilo |
| 14 | São Caetano | Pênalti | Kleber |
| 15 | Linense | Pênalti | Kleber |
| 16 | Bragantino | Falta | T. Heleno |
| 16 | Bragantino | Falta cobrada por Lincoln | T. Heleno |
| 18 | Prudente | Falta cobrada por Assunção | T. Heleno |
| 18 | Prudente | Falta cobrada por Valdivia | Douglas (contra) |
Outra novidade é que o time tem se mostrado cada vez menos dependente de Marcos Assunção. Dos dez gols de bola parada, apenas três tiveram a participação do volante. Contra o Paulista, na quarta rodada, ele fez o seu único gol de falta na temporada. Já frente ao São Bernardo e ao Grêmio Prudente, o camisa 20 foi o responsável pelos cruzamentos que resultaram em gols.
Em 2011, Assunção está dividindo a função de cobrador oficial com três companheiros: Thiago Heleno, Valdivia e Lincoln. Talvez por isso seus números estejam sendo inferiores aos do ano passado, quando marcou sete vezes.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Ventania levanta avião abandonado em São Luís
Aeronave está sem manutenção no aeroporto da capital maranhense há cinco anos.Imirante
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SÃO LUÍS – Uma ventania no aeroporto Marechal Hugo da Cunha Machado, acompanhada de chuva, levantou um avião cargueiro da VaspEX. Ar imagens, registradas pelo repórter da TV Mirante, Marcial Lima, mostram que o trem de pouso dianteiro da aeronave ficou a dois metros do solo.O acidente só não foi maior por causa de uma estrutura que faz a sustentação da aeronave. No antigo hangar da empresa, local em que a aeronave está estacionada, ninguém está autorizado a falar sobre o assunto. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) ainda deve se pronunciar.
O hangar, também, está abandonado. O telhado corre o risco de desabar a qualquer momento. A aeronave está sem manutenção no aeroporto da capital maranhense há cinco anos.
Improvisado, aeroporto de São Luís perde voos internacionais
Aeroporto foi interditado porque teto ameaçava desabar. Com isso, a sala de espera foi improvisada no estacionamento
Após ser parcialmente interditado para reformas, o aeroporto Marechal Cunha Machado, em São Luís, perdeu a condição de terminal internacional de passageiros. A determinação partiu da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).Foto: Wilson Lima/iG Ampliar
Sala de espera do aeroporto de São Luís é improvisada no estacionamento
Com o rebaixamento de status, o aeroporto de São Luís não tem mais condições de receber vôos internacionais. Desde 2003, o aeroporto de São Luís é homologado como internacional e no ano passado recebeu vôos charters da Europa. O último, em dezembro, trouxe 230 turistas europeus que visitaram a capital, Barreirinhas e Alcântara.
Em 24 de março, o aeroporto Marechal Cunha Machado foi parcialmente interditado após a Infraero detectar risco de desabamento do telhado da área de embarque de passageiros. Com a interdição parcial, o terminal foi realocado para uma área de estacionamento. A área de check in remanejada para a antiga sede administrativa da Infraero. Essa interdição parcial já causou uma série de transtornos aos passageiros. No domingo dia 04, por exemplo, uma placa de acrílico caiu sobre uma funcionária da Gol. Ela teve apenas ferimentos leves.
O Ministério Público Federal (MPF) também abriu investigação para apurar as causas da interdição parcial do aeroporto de São Luís. Até o final da semana, o procurador Alexandre Soares decidirá se ingressará ou não com uma ação civil pública contra a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e Infraero cobrando celeridade nos serviços de reforma do aeroporto
14/04/2011 07h15 - Atualizado em 14/04/2011 07h15
Vitória faz Palmeiras alcançar marca de time campeão da Libertadores
Resultado sobre o Santo André deixa time já está há 15 jogos sem perder, série que não ocorria desde 1999, quando o time foi campeão continental
Por Diego Ribeiro Santo André, SP
A vitória por 2 a 1 sobre o Santo André, nesta quarta-feira, no Bruno José Daniel, pode não ter sido a melhor atuação do Palmeiras no ano, mas ao menos serviu para igualar uma marca que pertence ao time campeão da Taça Libertadores em 1999. Com mais uma vitória, o Verdão chegou à marca de 15 partidas de invencibilidade na temporada, fato que não ocorria há 12 anos – exatamente na primeira passagem de Luiz Felipe Scolari pelo clube.
O Palmeiras já está há mais de dois meses sem perder. A última derrota foi para o Corinthians, em 6 de fevereiro, por 1 a 0 – único revés no ano. No ano em que venceu a Libertadores, o time passou 15 jogos sem derrotas entre 19 de março e 28 de abril de 1999. Foram 11 vitórias e quatro empates. A atual série é idêntica nos números.
Para Felipão, o que importa mesmo é que essa sequência vem próxima ao momento de decisões de Copa do Brasil e Paulistão. A confiança adquirida nas últimas partidas deixa o técnico satisfeito e confiante naquilo que o Palmeiras ainda pode atingir na temporada.
A chance de ultrapassar a marca do time campeão será no próximo domingo, diante da Ponte Preta, no Moisés Lucarelli. O jogo pouco vale para o Palmeiras, já classificado para a próxima fase do Paulistão. A única definição é se o time terminará em primeiro ou segundo lugar na tabela de classificação.
A maior marca da história, porém, está longe de ser alcançada: segundo dados oficiais do clube, o time chegou a ficar 40 partidas sem perder entre dezembro de 1971 e junho de 72, sob o comando de Oswaldo Brandão.
O Palmeiras já está há mais de dois meses sem perder. A última derrota foi para o Corinthians, em 6 de fevereiro, por 1 a 0 – único revés no ano. No ano em que venceu a Libertadores, o time passou 15 jogos sem derrotas entre 19 de março e 28 de abril de 1999. Foram 11 vitórias e quatro empates. A atual série é idêntica nos números.
Para Felipão, o que importa mesmo é que essa sequência vem próxima ao momento de decisões de Copa do Brasil e Paulistão. A confiança adquirida nas últimas partidas deixa o técnico satisfeito e confiante naquilo que o Palmeiras ainda pode atingir na temporada.
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- Nem é só uma situação de não perder há tanto tempo, é ver a evolução tática e técnica desses jogadores, o comportamento nos jogos, como superam as dificuldades, uma série de coisas que deixam o técnico mais tranquilo. É o que faz o técnico pensar grande – afirmou Felipão.A chance de ultrapassar a marca do time campeão será no próximo domingo, diante da Ponte Preta, no Moisés Lucarelli. O jogo pouco vale para o Palmeiras, já classificado para a próxima fase do Paulistão. A única definição é se o time terminará em primeiro ou segundo lugar na tabela de classificação.
A maior marca da história, porém, está longe de ser alcançada: segundo dados oficiais do clube, o time chegou a ficar 40 partidas sem perder entre dezembro de 1971 e junho de 72, sob o comando de Oswaldo Brandão.
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